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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Porque Origins e não Odyssey

Assassin's Creed hoje é uma das minhas séries favoritas. Porém, descobri ela bem tarde.

O primeiro que joguei foi o AC IV: Black Flag, no PlayStation 3 logo que lançou. Como já estava na fase "paixão por jogos de mundo aberto" iniciados com Red Dead Redemption, não demorou pra me encantar com a série.

Depois vieram Rogue, Unity e Syndicate. Entre Rogue e Unity (*), experimentei os primeiros jogos, tão amados por (aparentemente) a maioria dos fãs. Pra dizer a verdade, o início deles (AC e AC II) não me agradaram muito e abandonei logo.

* importante dizer que joguei o AC Unity sem seus grandes problemas de lançamento. Isso porque eu até comprei no lançamento mas, como pedi mídia física de um cara que ia para o Paraguay, ele acabou trazendo o Black Flag (PS4) no lugar do Unity (PS4). Então, tive que esperar por uns 20 dias depois do lançamento pela troca e, quando finalmente peguei o jogo, já que havia patchs de correção dos maiores problemas iniciais. Durante a gameplay, foi um ou outro probleminha nada fora do comum pra jogos de mundo aberto, especialmente da Ubisoft.



Com o sucesso abaixo do esperado de Syndicate, a Ubisoft resolveu dar um tempo e uma renovada na franquia e isso deu tempo para a criação do melhor AC até então, na minha opinião.

AC Origins foi uma grata surpresa. Confesso que não esperava algo tão melhor do que os que já havia gostado, mas beber da fonte do (excelente) The Witcher 3 fez muito bem a série - inclusive, outra confissão, eu prefiro Origins até sobre o jogo do bruxão.

História maravilhosa, cenário impecável, jogabilidade redondinha, movimentação, ambientação, enfim... tudo no jogo parece reunir o que de melhor a série pôde oferecer. Acho que até platinei o jogo. As DLC foram tão boas quanto, apesar delas terem levado (um pouco) a série para o que considero ao maior pecado do Odyssey.



Quando Odyssey foi lançado, ele teve concorrência "somente" de Red Dead Redemption 2, sendo 05/11/18 para o jogo da Ubi e dia 26 do mesmo mês para o jogo da Rockstar. E, muito óbvio, optei pela compra da saga de Marston, Morgan e cia. É muito provável que isso também tenha contado muito para o Odyssey não ter caído nas minhas graças.

Qualquer jogo baseado na realidade, em mundo aberto, contando com cenários vivos, cheios de animais e vários NPC's pós RDR2 soa estranho. Até GTA V nos dias de hoje parece levemente estranho. O padrão que a Rockstar impôs sobre a industria foi muito alto. E mesmo um jogo com ótimas qualidades como Odyssey não parecem de mesma geração que RDR2.

Joguei bastante o Odyssey, logo após fazer tudo o que era possível em RDR2. Devo ter umas 90 horas (ou mais) mas sem terminá-lo. Mesmo sabendo que a série toda de AC é bem repetitiva, as outras sagas pareciam prazerosas na repetição. Nesse último jogo, até então, não mais. As missões são legais (nada fora do comum), a história é bem ok (não consegui comprar a ideia da família complicada de Kassandra), os gráficos são lindos, cenário grande etc. Tudo o que já se esperava do ótimo Origins.



Porém, mesmo com o patamar elevado por Red Dead, com a história de Odyssey não sendo envolvente como a do Origins pra mim, o que mais pegou na história grega foi o modo "arcade" com o qual a Ubisoft adotou para ele. Deu a impressão que sucesso das DLC de Origins, usando muita coisa sobrenatural, agradou muita gente.

Entendo que sou minoria na questão de preferir jogos baseados na vida real a um mundo fantasia, só que toda a saga AC sempre teve seu lado "místico" muito bem separado da parte real. Sempre as partes relacionadas a antiga civilização, Maçã do Éden e tudo mais era um entreposto entre passado e presente para justificar toda a gameplay feita em um mundo real, sem "super poderes", sem muito exagero em combates, parkour etc.

No Odyssey a coisa descambou. Cair de locais altos em determinada parte do jogo sequer causa dano, a movimentação está muito simples, Kassandra praticamente escala paredes sem nenhum apoio... tudo ficou muito "Arcade". Sei que agrada a galera do "põe um dragão nesse jogo pra ficar mais legal", mas não é meu caso. As animações faciais são muito piores que em Origins, as missões secundárias são menos marcantes. Mesmo a questão histórica grega poderia ser muito melhor explorada. Mas Odyssey não é, nem de longe, um jogo ruim. É muito bom. Acho absurdo ele ter concorrido a jogo do ano e Origins não, cada um em seu ano. Não pela indicação do mais recente, mas pela não indicação do anterior. Mais um (de tantos) motivos para não levar a premiação do TGA muito a sério. Apenas a série preferiu adotar um caminho que se distancia daquilo que vejo como diversão máximo no estilo mundo aberto. Uma pena. Espero que o próximo jogo da franquia (o tal AC nórdico) retorne para o que foi Origins. Mas acho difícil.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Lista com todos os jogos que já joguei na vida

Última atualização: 18/02/2020

NES (Nintendo 8 Bits - Famiclones - CCE TurboGame)

- Teenage Mutant Ninja Turtles II The Arcade Game
- Tiger-Heli
- Teenage Mutant Ninja Turtles III: The Manhattan Project
- Robocop
- Teenage Mutant Ninja Turtles
- Bomberman
- Chip 'n Dale: Rescue Rangers
- Chip 'n Dale: Rescue Rangers 2
- Contra
- Ghostbusters
- Mario Bros.
- Shadow Warriors / Ninja Gaiden
- Pac-Man
- The Simpsons: Bart vs. the Space Mutants
- Tiny Toon Adventures

Mega Drive (Sega Genesis)

- Super Street Fighter II
- Animaniacs
- Ariel the Little Mermaid
- Beavis and Butt-Head
- Fatal Fury 2
- FIFA International Soccer
- FIFA Soccer 95
- FIFA Soccer '97
- Mighty Morphin Power Rangers
- Mighty Morphin Power Rangers: The Movie
- NBA Live 97
- Rambo III
- RoboCop Versus The Terminator
- Street Fighter II: Champion Edition
- Super Volleyball
- Taz-Mania
- Tiny Toon Adventures: ACME All-Stars
- Tiny Toon Adventures: Buster's Hidden Treasure
- Ultimate Mortal Kombat 3
- World Heroes
- X-Men

PlayStation

- Street Fighter Alpha 2
- Mortal Kombat Trilogy
- Mega Man X4
- Actua Soccer
- Army Men 3D
- Battle Arena Toshinden 2
- A Bug's Life
- Bushido Blade 2
- Capcom VS SNK: Pro
- Command & Conquer: Red Alert
- Command & Conquer Red Alert: Retaliation
- Cool Boarders
- Cool Boarders 2
- Crash Bandicoot
- Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back
- Crash Bandicoot: Warped
- Darkstalkers: The Night Warriors
- Darkstalkers 3
- Dead or Alive
- Die Hard Trilogy
- Dino Crisis
- Dino Crisis 2
- Double Dragon
- Driver: You Are the Wheelman
- Driver 2
- Fatal Fury: Wild Ambition
- FIFA 96
- FIFA 97
- FIFA: Road to World Cup 98
- Formula 1
- Formula 1: Championship Edition
- Formula 1 98
- Gex: Enter the Gecko
- Gex 3: Deep Cover Gecko
- Goal Storm
- Gran Turismo
- Gran Turismo 2
- Heart of Darkness
- Independence Day
- Goal Storm '97
- World Soccer Winning Eleven '97
- International Superstar Soccer Pro 98
- ISS Pro Evolution
- ISS Pro Evolution 2
- J.League Jikkyō Winning Eleven 97
- J.League Winning Eleven '98-'99
- J.League Jikkyou Winning Eleven 2000
- Jumping Flash! 2
- The King of Fighters '95
- The King of Fighters '97
- The King of Fighters '98
- The King of Fighters '99
- The King of Fighters: Kyo
- The Lost World: Jurassic Park
- Marvel Super Heroes
- Marvel Super Heroes vs. Street Fighter
- Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes
- MDK
- Metal Slug X
- Mickey's Wild Adventure
- Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero
- NBA Live 97
- Oddworld: Abe's Exoddus
- Oddworld: Abe's Oddysee
- One
- Pandemonium!
- Pandemonium 2
- Pocket Fighter
- Rally Cross
- Real Bout Garou Densetsu Special: Dominated Mind
- Resident Evil
- Resident Evil: Director's Cut
- Resident Evil 2
- Resident Evil 3: Nemesis
- Rival Schools
- Road Rash
- SimCity 2000
- Skullmonkeys
- Soul Edge
- Space Jam
- Spyro The Dragon
- Street Fighter Alpha: Warrior's Dreams
- Street Fighter Alpha 3
- Street Fighter Collection
- Street Fighter Collection 2
- Street Fighter II Movie
- Street Fighter EX Plus Alpha
- Street Fighter EX2 Plus
- Super Puzzle Fighter II Turbo
- Tekken
- Tenchu: Stealth Assassins
- Tenchu 2: Birth of the Stealth Assassins
- The Game of Life
- Tiny Toon Adventures: The Great Beanstalk
- Tobal No. 1
- Tobal 2
- Tom and Jerry in House Trap
- Tomb Raider
- Tomb Raider II
- Tomb Raider III: Adventures of Lara Croft
- Tomba!
- Tomba! 2: The Evil Swine Return
- Top Gun: Fire At Will
- World Soccer Winning Eleven 2002
- World Soccer: Winning Eleven 5
- World Soccer: Winning Eleven 6
- Winning Eleven 3
- Winning Eleven 3: Final Version
- World Soccer Winning Eleven '97
- X-Men: Children of the Atom

PlayStation 2

- Street Fighter III: 3rd Strike - Fight for the Future
- Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001
- Driver 3
- Driver: Parallel Lines
- F1 2001
- Fatal Fury: Battle Archives Vol. 1
- Fatal Fury: Battle Archives Vol. 2
- Garou: Mark of the Wolves
- Gran Turismo 3 A-Spec
- Gran Turismo 4
- International Superstar Soccer
- Jikkyou World Soccer 2000
- International Superstar Soccer 2
- International Superstar Soccer 3
- J.League Winning Eleven 2007 Club Championship
- J.League Winning Eleven 2008 Club Championship
- J.League Winning Eleven 2009 Club Championship
- J.League Winning Eleven 2010 Club Championship
- J.League Winning Eleven 5
- J.League Winning Eleven 6
- The King of Fighters '94 Re-bout
- The King of Fighters '98
- The King of Fighters 02/03
- The King of Fighters 2000
- The King of Fighters 2001
- The King of Fighters 2002: Unlimited Match
- The King of Fighters 2003
- The King of Fighters 2006
- The King of Fighters Collection: The Orochi Saga
- The King of Fighters: Maximum Impact
- The King of Fighters XI
- Marvel vs. Capcom 2
- Metal Slug Anthology
- Pro Evolution Soccer
- World Soccer Winning Eleven 5
- Pro Evolution Soccer 2008
- World Soccer Winning Eleven 2008
- Pro Evolution Soccer 2009
- World Soccer Winning Eleven 2009
- Pro Evolution Soccer 2010
- World Soccer Winning Eleven 2010
- Pro Evolution Soccer 2011
- World Soccer Winning Eleven 2011
- Pro Evolution Soccer 2012
- World Soccer Winning Eleven 2012
- Pro Evolution Soccer 2013
- Pro Evolution Soccer 2014
- Resident Evil Code: Veronica X
- Resident Evil Outbreak
- Resident Evil Outbreak File #2
- The Simpsons: Hit & Run
- The Sims
- Soulcalibur II
- Soulcalibur III
- Street Fighter Alpha Anthology
- Street Fighter Anniversary Collection
- Street Fighter EX3
- SVC Chaos: SNK vs. Capcom
- Tenchu: Wrath of Heaven
- Winning Eleven: Pro Evolution Soccer 2007
- World Soccer Winning Eleven 10
- Pro Evolution Soccer 6
- World Soccer Winning Eleven 2010: Aoki Samurai no Chousen
- World Soccer Winning Eleven 5 Final Evolution
- World Soccer Winning Eleven 6 Final Evolution
- World Soccer Winning Eleven 6 International
- World Soccer Winning Eleven 6
- Pro Evolution Soccer 2
- World Soccer Winning Eleven 7
- World Soccer Winning Eleven 7 International
- Pro Evolution Soccer 3
- World Soccer Winning Eleven 8 International
- World Soccer Winning Eleven 8
- Pro Evolution Soccer 4
- World Soccer Winning Eleven 9
- Pro Evolution Soccer 5

PlayStation 3

- Street Fighter IV
- Uncharted: Drake's Fortune
- Pro Evolution Soccer 2010
- Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time Re-Shelled
- Assassin's Creed II
- Red Dead Redemption
- Pro Evolution Soccer 2011
- Dead Nation
- LittleBigPlanet
- InFamous
- Ghostbusters: Sanctum of Slime
- Uncharted 2: Among Thieves
- Uncharted 3: Drake's Deception
- F1 2011
- Street Fighter X Tekken
- Max Payne 3
- F1 2012
- Pro Evolution Soccer 2013
- The King of Fighters XIII
- Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds
- Tomb Raider
- NBA 2K13
- Sonic Generations
- Family Guy: Back to the Multiverse
- Ghostbusters: The Video Game
- Madden NFL 13
- Sleeping Dogs
- The Amazing Spider-Man
- The Saboteur
- Top Spin 4
- SBK Generations
- The Last of Us
- God of War: Ascension
- Assassin's Creed III
- Assassin's Creed IV: Black Flag
- Assassin's Creed Rogue
- Batman: Arkham Origins
- Beyond: Two Souls
- Command & Conquer: Red Alert 3
- Gran Turismo 5
- Gran Turismo 6
- Grand Theft Auto V
- inFAMOUS 2
- L.A. Noire
- Mafia II
- NBA 2K16
- NHL 13
- PES 2008: Pro Evolution Soccer
- PES 2009: Pro Evolution Soccer
- PES 2010: Pro Evolution Soccer
- PES 2011: Pro Evolution Soccer
- PES 2013: Pro Evolution Soccer
- The Simpsons Game
- Sniper Elite V2
- Sniper Elite III
- Super Street Fighter IV
- Super Street Fighter IV: Arcade Edition
- Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
- Tom Clancy's Splinter Cell: Blacklist
- Tomb Raider: Underworld
- Ultimate Marvel vs. Capcom 3
- Ultra Street Fighter IV
- X-Men Origins: Wolverine
- Assassin's Creed: Liberation HD
- DuckTales: Remastered
- I Am Alive
- Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes
- Marvel vs. Capcom Origins
- Oddworld: New 'n' Tasty!
- Oddworld: Munch's Oddysee HD
- PlayStation Home
- Street Fighter III: 3rd Strike Online Edition
- Super Street Fighter II Turbo HD Remix

PSP

- Driver 76
- Gran Turismo
- Street Fighter Alpha 3 Max
- F1 2009
- Ghostbusters: The Video Game
- Grand Theft Auto: Vice City Stories
- Madden NFL 11
- Tenchu: Time of the Assassins

PS Vita

- Uncharted: Golden Abyss

PlayStation 4: https://mypst.com.br/rank/danilo19oliveira/?page=ultimos#!ultimos

Steamhttps://steamcommunity.com/id/icenysp/games/?tab=all

Cidade de São Paulo 2


créditos: @argyriou_

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Meu tipo de jogo favorito



POR QUE CLASSIFICAR?

Os jogos de video games são classificados em diversas categorias e subcategorias. Isso é normal pra praticamente qualquer tipo de mídia, sejam antigas de séculos atrás como a música ou as mais recentes de poucas décadas de existência. O objetivo da classificação varia mas, em geral, serve para fidelizar fãs e amantes de determinada mídia facilitando sua futura busca por um determinado tipo de arte/entretenimento ao qual esteja mais familiarizado, aumentando muito as chances dele agradar.

Numa situação hipotética, imagine que você escute música pela primeira vez na vida, uma composição clássica de Chopin, por exemplo. Se ela te agradar e você buscar por uma nova música, a chance de outra música semelhante agradar soa muito mais plausível do que se lhe fosse apresentado um heavy metal, um country ou uma pop song. É evidente que outro gênero musical poderia agradar, porém o cérebro humano é praticamente "moldado" para seguir padrões. Experiências prazerosas vividas costumam trazer uma sensação de segurança maior do que uma nova experiência aleatória, que pode ser ou não ser tão satisfatória.

Agrupar determinadas mídias em padrões, similaridades, é quase natural para que futuras experiências tenham maior chance de serem satisfatórias. Isso serve para música, séries, livros, filmes, roupas, comida e, claro, para jogos de video games.

E, claro, os jogos possuem suas classificações. Classificações essas que costumam ser determinadas por toda a comunidade gamer seguindo alguns padrões, mas se um 'outsider' tentar descobrí-las perguntando para duas pessoas distintas, com gostos bem diferentes, é possível que haja muita contradição. Isso porque não há um orgão oficial que faça isso com os jogos (como não há na música, filmes etc etc e etc).

Em geral, há classificações etárias realizadas de formas distintas entre diversos países, de acordo com suas leis e cultura. Mas essas classificações se baseiam no conteúdo do jogo e não por suas características em si. É relativamente fácil identificar um jogo com conteúdo explícito de violência e outros mais condizentes para ser consumido por crianças, por exemplo. Porém, mesmo jogos com classificações etárias bem diferentes podem se encontrar dentro de um mesmo 'gênero' dos jogos como o mundo aberto. The Witcher 3, com todo o conteúdo adulto, sexo, violência e linguajar explícitos é um jogo tão "mundo aberto" quanto algum jogo mais inocente da série Lego, por exemplo.


QUEM CLASSIFICA OS JOGOS?

As categorias, gêneros e subgêneros dos jogos costumam ser determinadas pelas próprias produtoras, pela mídia especializada (sites, revistas, programas de TV e YouTube etc) e pelos jogadores. Mas, mesmo jogos sendo classificados por tanta gente, ainda há muita discórdia sobre várias dessas classificações. Provavelmente, a mais clássica entre os video games seja a do RPG. Determinar quando e como um jogo pode ser considerado um RPG costuma trazer debates acalorados, especialmente entre fãs.

Por isso, apesar de haver um senso comum, jamais há uma classificação definitiva. É claro que praticamente ninguém discorda de que Mortal Kombat seja, de fato, um jogo de luta. Agora, experimenta chamar The Legend of Zelda: Breath of the Wild de RPG em determinados foruns e mídias...

Sendo assim, classificar o 'gênero' favorito entre tantos não é algo fácil. Isso porque há uma variedade enorme de estilos de jogos que trazem recompensas bem diferentes entre eles. Alguns podem levar poucos segundos para se tornarem divertidos enquanto outros precisam de horas (muitas horas!) de dedicação até que o jogador possa se sentir completo pela experiência.

Duvido que haja estatísticas realmente confiáveis sobre isso, seja pela dificuldade em reunir tais dados seja pela quantidade absurda de jogadores ao redor do mundo. Mas, creio, seria realmente estranho encontrar jogadores que gostam única e exclusivamente de um tipo de jogo, provavelmente de um único jogo. Mas eles existem.


QUAIS GÊNEROS/CATEGORIAS EU GOSTO?

Assim como a esmagadora maioria, gosto de jogos diversos. Mas não costumo buscar um jogo por uma característica muito ampla, gosto de situações bem específicas. Por exemplo: já devo ter gasto meses de vida (literalmente) jogando jogos de luta, mas isso não quer dizer que qualquer jogo de luta me agrada. Gosto dos mais técnicos, nem tão rápidos, nem tão lentos, que tragam variedade mas, ao mesmo tempo, que não tenham personagens tão discrepantes. Por isso, os que mais me agradaram sempre foram os das séries Street Fighter e Fatal Fury (com um pouco de The King of Fighters). Jogo Mortal Kombat bem de vez em quando mas raramente parto para outras franquias. Não consigo gostar de grandes séries como Tekken, Super Smash Bros e vários crossovers (especialmente os Capcoms com personagens mais variados de diversas franquias).

Então, dá pra dizer que gosto de gêneros bem variados mas sempre com alguma particularidade. Jogos de luta, sobrevivência, RPG, estratégia, ação, aventura... a lista é grande mas não dá pra dizer o clássico "gosto de tudo". Cai mais pro (tão clássico quanto) "gosto de tudo UM POUCO".

Há, claro, diversos tipos de jogos que não gosto de forma alguma. O mais notório são jogos em primeira pessoa. Não somente shooters mas qualquer jogo em primeira pessoa. Não gosto, não me sinto bem jogando, não consigo me divertir. Há várias séries que me interessariam jogar, como Far Cry mas, o fato de ser em primeira pessoa, sequer me faz tentar. Existem casos de pessoas que realmente passam mal jogando em primeira pessoa, sentem náuseas, tonturas e outros sintomas. Não é meu caso. Mesmo não jogando hoje em dia, já joguei um jogo em primeira pessoa num passado bem distante: o famoso Doom, jogado num fabuloso computador 386 (ou era 486?) em meados de 1996. Enfim, anos se passaram e meu gosto por esse tipo específico de jogo simplesmente não existiu.

Outros gêneros também tive pouco ou nenhum contato, simplesmente por não gostar: jogos de estratégia diversos (só gostei de Command & Conquer até hoje), RPGs com lutas por turnos, jogos online em geral e diversos outros.

Em compensação, meus gêneros favoritos, consumo até com certo exagero (eu deveria jogar menos e fazer outras atividades). Jogos de esportes (vida inteira jogando Winning Elevens e variantes), jogos de NBA e NFL (alguns), jogos de luta (como já mencionados), shooters, jogos de aventura, plataforma, beat 'em ups e, claro, meus favoritos, jogos de ação em mundo aberto.


O FAVORITO:

Só que, como já dito anteriormente, meu gênero favorito não é mundo aberto "qualquer mundo aberto". Há diversas razões que fazem com que eu gaste horas, dias, meses jogando um jogo mundo aberto. Aqui vão algumas delas:

- ser terceira pessoa: sim, citei que jogos em primeira pessoa não me agrada. Gosto de terceira pessoa, ver meu personagem, fazer um cover bem feito, ter uma câmera "over-the-shoulder" no momento da ação. E, de preferência, com um ângulo de câmera que eu possa ver todo o personagem, como nos ângulos mais distantes de GTA V ou RDR2, por exemplo, e não tão próximos ao personagem como o da série Arkham de Batman, Resident Evil 4 ou Watch Dogs 1.

- a história ser baseada na vida real: aqui algo que raramente encontro alguém que concorde comigo (nunca encontrei, na verdade hehehehe). Pode achar estranho, polêmico (mamilos?), discordar radicalmente mas... histórias baseadas em mundos fantasiosos dificilmente me atraem. Pra falar a verdade, até gosto de alguns mas nunca é algo que realmente me marca, me deixa pensativo, que torna minha imersão realmente satisfatória. Penso que jogos baseados na vida real costumam ter enredos muito melhor trabalhados e complexos do que os de mundo fantasiosos. É evidente que há histórias excelentes em jogos de mundos inventados e outros nem tão bons (muitos horríveis) de jogos baseados na vida real. Mas, me parece (e isso é um pensamento meu), as conclusões das histórias soam sempre muito forçadas, muito destinadas a serem épicas em mundos fantasiosos mas recheadas de hipocrisia por parte dos roteiristas. Quase sempre (há exceções), jogos de mundos 'fantasia' tem um chefão final super poderoso que será enfrentado numa luta épica, demorada em que o protagonista irá usar todos os poderes adquiridos e surpreender o vilão que se considerava invencível. Parece meio "fácil" guardar o melhor pro final dando a conclusão mais óbvia pra tudo. Jogos baseados em vida real não. A história inteira precisa ser convincente, precisa ter um ponto central muito mais sólido para ter sua conclusão de forma verdadeiramente épica. Repare como esses tipos de jogos possuem finais bem mais ambíguos, mais "simples" que, em geral, concluem a história e te traz uma verdadeira reflexão sobre toda a jornada e a forma como ela está sendo encerrada. GTA V, com os 3 protagonistas se despedindo depois de um golpe final; The Last of Us, com o diálogo mais que marcante entre Ellie e Joel; Mafia 3, Watch Dogs 1, L.A. Noire, Max Payne 3, Spec Ops: The Line etc. É claro que toda a questão parte muito do envolvimento e da experiência individual de cada jogador. Esse meu "entendimento" pode ser completamente o oposto de outras pessoas - em geral, realmente é. Mas...

- não ser tiro, tiro e mais tiro: adoro GTA V. Gosto ainda mais de Red Dead Redemption. Mas, por mais incoerente que pareça, jogos como esses não são tiro, tiro e tiro. Há exploração, solução de mistérios, liberdade para eventos secundários e até tempo para admiração de um cenário, de um diálogo. Diferentemente de um Gears of War, muito mais focado na ação frenética, jogos como Uncharted 4 ou Tomb Raider costumam me trazer mais satisfação ao jogá-los. As partes de ação são sempre boas mas ter um momento de calmaria, não somente em cutscenes, mas durante o gameplay mesmo, soa mais lógica, mais orgânica, mais real. O que não significa que, de vez em quando, eu não jogue um Max Payne 3, por exemplo, descarregando pentes e pentes de armas nos inimigos, um atrás do outro.

- ter um mundo aberto grande, livre e variado: a coisa mais óbvia mas que nem sempre é feito pelas produtoras. Te completar na experiência fazendo com que a variedade e liberdade sejam compensadores, não tem preço.

- gráficos: frase da moda entre gamers, "gráfico não é tudo". Sim, não é. Mas gráficos incríveis, fotorrealistas, com o melhor que cada geração pode oferecer, não tem igual (cof cof The Last of Us, cof cof Red Dead Redemption 2). Gráficos 'cartunizados' funcionam muito bem (Breath of the Wild está aí como prova maior), mas até pra ser coerente com o item "a história ser baseada na vida real", ter gráficos realistas é o que me faz ficar de boca aberta em frente a TV enquanto jogo.


VEREDICTO:

Pra finalizar, dá pra "resumir" (isso é mesmo um resumo?) de que meu gênero favorito, em que um jogo, provavelmente, vai me ganhar apenas por ser assim será: mundo aberto, terceira pessoa, com gráficos realistas, não sendo somente tiro e baseado na vida real. Nisso se encaixam alguns dos meu jogos favoritos, mas que não necessariamente sejam os únicos favoritos:

- Red Dead Redemption 1 & 2
- Grand Theft Auto 5
- Watch Dogs 1 & 2
- Horizon Zero Dawn
- Assassin’s Creed (do Black Flag até Origins)
- L.A. Noire
- Sleeping Dogs
- Mafia 2 & 3

Deve ter outros que ficaram de fora. Virão novos que estão por vir (agora é fevereiro de 2020). Em breve, completo com mais opiniões específicas sobre cada ponto citado aqui.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Viagem à Islândia


1º DIA - 22.02.2020


Chegada a Keflavík e traslado para Reykjavík
Pernoite: Reykjavík
 
Chegada ao Aeroporto Internacional de Keflavík e traslado até o hotel em Reykjavík.

Restante do dia livre para aproveitar o destino ao seu ritmo.

2º DIA - 23.02.2020



Início do tour Islândia Completa | Passeio pelo Círculo Dourado
Pernoite: Região de Vík

De manhã, encontro com o guia e o restante do grupo que irá acompanhá-lo nos próximos dias no tour pela famosa rota Ring Road que faz um giro completo da Islândia.

Este dia é dedicado a conhecer a famosa região chamada de Círculo Dourado e suas três atrações: o Parque Nacional de Thingvellir, onde é possível observar duas placas tectônicas se separando; a área geotermal de Geysir para ver o gêiser Strokkur expelir jatos de água fervente a até 30 metros de altura; e a cachoeira de Gullfoss com 32 metros queda d´água.

No caminho para o hotel, localizado próximo da cidadezinha de Vík, visita a mais duas belas cachoeiras: Seljalandsfoss e Skógafoss.

De outubro a abril: À noite, olhos no céu! A região é bastante propícia para a observação da Aurora Boreal.

3º DIA - 24.02.2020



Tour | Visita à praia de areia negra, caminhada na geleira e Lagoa Glacial Jokulsarlon
Pernoite: Região de Hofn

Pela manhã, o tour parte para a praia de areia negra mais famosa da Islândia, Reynisfjara. Nesta mesma praia, as formações de basalto de Reynisdrangar impressionam.

Dali, saída rumo às geleiras, passando pelo enorme glacial Myrdalsjokull que abriga o enorme vulcão Katla.

Chegada então a Skaftafell, no Parque Nacional Vatnajokull, para uma caminhada de aprox. 3h em umas das línguas da geleira Vatnajokull. Você recebe o equipamento necessário (como grampos de metal para os calçados e bastão de apoio) e instruções de segurança antes de subir até a geleira.

A próxima parada é na Lagoa Glacial Jokulsarlon, um dos lugares mais bonitos do país. Ali, enormes blocos de gelo que se desprendem de uma das línguas da geleira Vatnajokull flutuam e se acumulam na lagoa até chegarem à vizinha Diamond Beach e então, derretem no mar. Os icebergs na praia de areia negra parecem diamantes e formam um cenário que parece surreal!

Chegada então ao hotel em Hofn, conhecida como a capital da lagosta na Islândia.

Nota: No inverno, de novembro a março, a atividade de caminhada na geleira é substituída por uma exploração guiada dentro de uma caverna de gelo (Crystal Ice Cave)

Como se preparar para a caminhada:

CALÇADOS
É extremamente importante usar boas botas de caminhada, que sejam impermeáveis e que cubram o tornozelo. Tênis de corrida ou aquelas despojados não são calçados adequados. As botas poderão ser alugadas localmente, mas precisa reservar com antecedência!

MOCHILA
Para quaisquer itens pessoais que você possa levar (roupas extras, lanches e água engarrafada). Uma mochila para duas pessoas deve ser suficiente. Prefira mochilas impermeáveis e próprias para destinos de natureza.

ÓCULOS DE SOL E PROTETOR SOLAR
Essencial, uma vez que o sol reflete nos glaciares e na neve.

EQUIPAMENTO PARA CAMINHADA NA GELEIRA
Você terá todo o equipamento necessário para caminhadas nas geleiras, incluindo grampos de metal, capacete e bastão de apoio.

4º DIA - 25.02.2020



Tour | Fiordes do leste, Djupivogur e cachoeiras
Pernoite: Região de Egilsstadir

O dia de hoje é dedicado a explorar a região dos Fiordes do leste, atravessando a estrada estreita na Península de Hvalnes.

Parada em Djupivogur, um tradicional vilarejo de pescadores. Uma caminhada leva até Hengifoss, a segunda mais alta cachoeira do país, com 128 metros de altura. Durante o percurso a pé, é possível admirar também a cachoeira Litlanesfoss emoldurada por gigantescas colunas de basalto.

Após 3h de caminhada, o tour parte para o hotel na região de Egilsstadir.

De outubro a abril: À noite, olhos no céu! A região é bastante propícia para a observação da Aurora Boreal.

5º DIA - 26.02.2020



Tour | Dettifoss, Lago Myvatn e suas piscinas naturais e Godafoss
Pernoite: Região de Akureyri ou Dalvik

Hoje o tour segue rumo ao norte do país, cruzando a região remota ao redor da fazenda de Moorudalur. Parada na mais poderosa e volumosa cachoeira da Islândia, Dettifoss.

Dali, partida para a área do Lago Myvatn, com parada na área geotérmica de Namaskaro, cheia de piscinas de lama borbulhante e fumarolas fumegantes.

O passeio continua até a cratera de Hverfjall e as incríveis formações de Dimmuborgir.

A próxima parada é nas piscinas naturais de Myvatn para um banho relaxante em suas águas quentes e alcalinas (a taxa de entrada pode ser adicionada no momento da reserva ou paga no local). Para aqueles que não querem entrar na água, podem passear pela área, apreciar a vista ou descansar na cafeteria.

A última parada será na cachoeira de Godafoss, antes de partir para Eyjafjorour, uma linda região de fiordes e altas montanhas. A acomodação será em um hotel próximo a cidade de Akureyri.

De outubro a abril: À noite, olhos no céu! A região é bastante propícia para a observação da Aurora Boreal.

6º DIA - 27.02.2020



Tour | Akureyri, observação de baleia em Dalvík e vila de Siglufjorour
Pernoite: Região de Bifrost ou Laugarbakki

De manhã, oportunidade de conhecer Akureyri, a Capital do Norte.

Depois, partida em direção à pequena vila de pescadores de Dalvík para um passeio de barco de 3h para observar as baleias. Durante a navegação há chances de avistar baleia-jubarte, golfinho-de-bico-branco, baleia-minke e às vezes até a enorme baleia-azul.

Mais tarde, visita à charmosa vila de pescadores Siglufjorour. Os vilarejos da península Trolllaskagi dão uma ideia de como era a vida nessas remotas aldeias islandesas.

Esta noite, a hospedagem será no vilarejo de Laugarbakki ou então na região de Bifrost, uma pequena cidade universitária.

Nota: o avistamento de baleias e golfinhos não é 100% garantido.

De outubro a abril: À noite, olhos no céu! A região é bastante propícia para a observação da Aurora Boreal.

7º DIA - 28.02.2020



Tour | Borgarfjorour, fontes termais, cachoeiras e retorno a Reykjavík
Pernoite: Reykjavík

A manhã começa com uma curta caminhada cênica em torno da cratera vulcânica de Grábrók, formada numa erupção há quase três mil anos.

No último dia do giro pela Islândia você estará na região oeste, eleito um dos melhores destinos de viagem em 2016 pela Lonely Planet.

Borgarfjorour têm vários pontos interessantes e é onde as explorações estarão focadas. Visita às fontes termais de Deildartunguhver, cachoeiras de Barnadoss e Hraunfossar, cujas quedas d´água baixas e largas emergem do campo de lava.

A parada final é na área histórica de Reykholt, onde viveu Snorri Sturluson, historiador, poeta, político e escritor de algumas das sagas islandesas.

Viagem de retorno à capital do país, passando pelo Hvalfjodur (Fiorde da Baleia), completando o círculo. Chegada em Reykjavík por volta das 17:30.

8º DIA - 29.02.2020



Em Reykjavík | dia livre e Blue Lagoon
Pernoite: Reykjavík

Dia livre em Reykjavík, cidade graciosa e super acolhedora, com lojas de arte e design espalhadas pelas ruazinhas do centro. Outros pontos de destaque são o Parlamento, a marina, a igreja de Hallgrimskirkja e o museu ao ar livre de Arbaejarsafn.

No fim da tarde, em horário apropriado, traslado em direção a atração mais conhecida da Islândia: a Blue Lagoon, um spa geotermal natural cercado por campos de lava, para desfrutar das águas termais conhecidas não somente pela cor azul, mas também pelas propriedades medicinais de sua argila.

Retorno para o hotel.

9º DIA - 01.03.2020



Saída de Reykjavík
Pernoite:

Traslado para o Aeroporto Internacional de Keflavík e embarque em seu voo de volta ao Brasil.

Street Fighter V Review (English / Metacritic)


Street Fighter V is at the same time, a game that revolutionizes the franchise for the current trend (online) and a real disaster for the old guard of casual fans (offline). After the hype soon after its announcement, what was seen at the launch was a game with a full price ($60 USD) but unfinished, without content but online. This situation caused huge frustration to the fans who made SF the most important franchise of fighting games.

It is clear that the franchise could not fail to be part of the online gaming revolution that is happening (long time ago actually) but almost abandoning the offline mode for casual players brought terrible reception to the game that, except by the "nonsense" contentless, is a great game with an incredible gameplay (in my opinion better than SF IV but still so far for the best SF in terms of gameplay ever released, SF III).



As I said, its qualities are its competitive mode (when the server works, of course) and its gameplay. There are exciting new features, new skills and a drastic change in the style of classic characters, which caused some displeasure but brought new perspectives. However, its qualities end here.

Among its many weaknesses, there is the terrible choice of turning SF V into seasons. What initially seems like a good idea to keep the game always interesting, is a bad business for needing to buy season pass over the years. I'm not totally against games with season pass but if the idea was to do this, it's absurdly unfair to sell it a full price of the game at its launch. It'll be fair costs about $20 at the launch and the other $40 would come for at least the first two seasons (the others seasons could be a bonus additions). The justification for this is its second biggest weakness: the F*** 'fight money' (FM). Again, if we it were fair there would be no problems but Capcom's greed is something that always surprises negatively. Basically it is possible to buy all the additional content of the game using only the game money. The problem is that to make enough money you must be a PRO player (what 95% of players aren't) or you simply spend real money. This pathetic situation is identical to the online mode of GTA V. It makes you think that the company cares about the player giving him the opportunity to get everything "for free" but, in fact, it makes the game's content inaccessible to a huge part of fans forcing them to spend even more real money. Something that should be abominable by everybody is still defended by crazy fanboys, even if that most part of them can not even achieve enough FM to get the full content of the game.



Other negative aspects are technical aspects. Even the graphics being beautiful - which is an obligation with the capacity of the current generation -, the exaggerated cartoon style causes bizarre situations. It is not uncommon seeing hair or part of the fighter's costume to go through them bodies. The scenarios are very beautiful but they've to be bought as well (absurd). The alternative costumes are great and bad at the same time. Great because they offer good options like the classics (always the best) and terrible cause there are plenty of nonsense costumes with no relation with the characters (gangsta Ryu for example).

More negatives are the arcade mode finals (which came as a free DLC a long time after the original release), which are just a frame with a simple art (and dubious taste). The story mode has very fast fights and, most of the time, put in the game only as a pretext to justify being a fighting game, including the poor script - which is not uncommon in the series that always has a simple-bad plot.



The game is a landmark in the franchise. It has the great initiative to introduce even more the franchise to the competitive (what I do not like but it is very very necessary in the present days) and brings great gameplay, making the game really addictive. At the same time, it is the worst SF ever released in terms of content and (lack of) characters available available to casual gamers since SF 1 (1987).



If you are an almost pro player, very competitive and a long-time fan of the franchise, it is mandatory. But if you are part of the vast majority of casual player, it is not recommended (unfortunately). Street Fighter V became a niche game (for pro and online players) inside a niche (fighting games) of industry.

My Metacritic Profile: https://www.metacritic.com/user/Nysp


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Cidade de São Paulo 1


Créditos: msonohara @msonohara

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Discreto Ateísmo de Einstein

A palavra Deus para mim é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana, a Bíblia é uma coleção de lendas honradas, mas ainda assim primitivas, que são bastante infantis.

Albert Einstein

Uma carta do físico Albert Einstein, que parece ter ficado escondida por mais de 50 anos, pode ter jogado uma pá de cal sobre o debate sem fim a respeito da “religiosidade” do pai da teoria da relatividade. A frase acima foi extraída dela, e permite entender o porquê de tanta decepção por parte dos defensores de um Einstein religioso.


A carta de Einstein, escrita em 1954, um ano antes da sua morte, foi uma resposta dirigida a Erich Gutkind, autor do livro “O chamado bíblico para a revolta”. Talvez tivesse pensado Gutkind que o endosso de um grande cientista reforçaria as teses religiosas da sua obra. Na carta, Einstein não apenas deixa clara sua posição em relação a Deus, como também sua posição como judeu: “Para mim, a religião judaica, como todas as outras, é a encarnação de algumas das superstições mais infantis. E o povo judeu, ao qual tenho o prazer de pertencer e com cuja mentalidade tenho grande afinidade, não tem qualquer diferença de qualidade para mim em relação aos outros povos.

Segundo o jornal britânico The Guardian, a carta, que era desconhecida por alguns dos principais biógrafos do cientista, foi leiloada por 170.000 libras (mais de R$540 mil) no último dia 15 de maio.

Não é de hoje que a suposta religiosidade de Einstein é motivo de debate. Boa parte da mídia e aqueles que pregam uma visão religiosa sempre deram ênfase a alguns aforismos e frases proferidas em público pelo físico alemão que apontavam nesse sentido, enquanto que posições em sentido contrário, expressas geralmente através de cartas particulares, ficavam escondidas. A frase “Ciência sem religião é manca, religião sem ciência é cega” talvez tenha sido a mais explorada. “Deus não joga dados” é outra. Em relação a esta última, hoje fica claro que fora tirada do contexto. No caso, Einstein se referia, de forma bastante irritada, aos pressupostos da física quântica -de seus colegas Niels Bohr, Max Born e outros- na qual Einstein não acreditava muito (evidências posteriores, entretanto, mostraram que Einstein estava errado).

Mas em várias ocasiões a posição de Einstein tinha ficado clara. Também em 1954, respondendo uma carta que lhe fora enviada por um missivista presumivelmente ateu, perguntando se de fato Einstein era, como a mídia americana afirmava, um homem religioso, este respondeu “Foi, claro, uma mentira o que o Sr. leu sobre minhas convicções religiosas, uma mentira que vem sendo sistematicamente repetida. Eu não acredito em um Deus pessoal e nunca neguei isso, ao contrário, tenho expressado isso claramente. Se há algo em mim que pode ser chamado religioso é a ilimitada admiração pela estrutura do universo até onde nossa ciência pode revelá-la.

Em outra oportunidade, recusando o convite de um rabino para freqüentar a sinagoga, Einstein responde: “Desde o ponto de vista de um padre jesuíta eu sou, claro, e sempre tenho sido, um ateu. Eu tenho dito repetidamente que a idéia de um Deus pessoal é infantil. Você pode me chamar de agnóstico, mas eu não compartilho o espírito de cruzada (crusading spirit) dos ateus profissionais cujo fervor é principalmente devido a um doloroso ato de liberação dos grilhões da doutrinação religiosa que eles receberam na sua juventude. Eu prefiro uma atitude de humildade correspondente com a fraqueza de nossa compreensão intelectual sobre a natureza e nosso ser.

Independente se esta carta acabará ou não com a controvérsia, é curioso assistir esta relação de contestação e desejo da religião para com a ciência. Quando a ciência, através de evidências e sem nenhum propósito de atacar alguém, diz que a terra tem milhões de anos e não os oito mil e poucos que a Bíblia indica, a ciência não serve. Quando diz que o universo parece ter sido criado bilhões de anos atrás através de uma grande explosão, a partir da qual surgiu todo o resto, contradizendo assim a versão literal do Gênesis, a ciência está errada. Quando a ciência diz que os humanos e todas as outras espécies são fruto de um lento processo de evolução e não de criação, a ciência está absurdamente enganada. Mas quando um cientista eminente manifesta uma posição pessoal pró-religião, ou quando algum experimento científico parece sustentar, mesmo que indiretamente, alguma revelação bíblica, cientista e descoberta assumem um valor inquestionável. Agora a ciência serve, mas apenas este minúsculo fragmento do pensamento científico!

A fé de quem crê não deveria ser posta em dúvida pela opinião pessoal de outro indivíduo, cientista ou não. A fé não se fundamenta em argumentos racionais, assim, não faz sentido utilizar a racionalidade da ciência para sustentá-la. Se as evidências científicas chegam a abalar nossa fé, é porque ela não era tão forte – e cega – assim.

Ainda bem!

Roelf Cruz Rizzolo é professor de Anatomia Humana da Unesp, câmpus de Araçatuba. Este artigo foi publicado inicialmente na Folha da Região, de Araçatuba. Você pode lê-lo em sua fonte original AQUI.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Emulador Win Mobile com Internet


Uma maneira muito interessante de entrar no mundo dos Palms e Smartphones é através de seus emuladores. Com eles, é possível testar praticamente todas as maneiras de como trabalhar, seja através de aplicações ou de funções presentes em praticamente todos os computadores de mão hoje disponíveis no mercado. E aqui, apresentarei um dos Sistemas Operacionais mais populares: como não poderia deixar de ser, é o Windows, no caso, a versão Windows Mobile.

Ele é bem chato de ser encontrado para download no site da Microsoft, então uma maneira mais simples de baixar o emulador do Windows Mobile é acessando o portal especializado em PDA's, o PDAExpert. Através desse link AQUI é possível baixar as duas versões do emulador, tanto a Standard quanto a Professional. Recomendo a segunda. E, claro, para nós brasileiros, vale o link da versão PTBR.

Mas, mesmo depois de instalado, existe um problema recorrente entre os usuários. O uso da compatibilidade de internet, principalmente para baixar arquivos para testes (afinal, essa é a finalidade do emulador). Bom, configurar o emulador do Windows Mobile é menos difícil do que parece, apesar da solução não ser tão clara para os menos experientes.

Primeiro, que é preciso ativar a "placa de rede" do emulador. E isso só é possível se você tiver instalado em seu PC o "Virtual PC 2007" (ou superior) da Microsoft. Caso não tenha, pode ser baixado AQUI.

Após feito isso, abra o emulador e siga as instruções "File > Configure". Encontre a aba "Network" e ative a rede NE2000 PCMCIA (lembrando que essa ativação só é possível ser feita caso tenha o Virtual PC instalado). Feito isso, feche e reinicie o emulador.

Já dentro do emulador, navegue até as configurações de rede do Mobile. Maneira fácil de chegar até ela é usar o menu Iniciar > Configurações > Conexões > Placas de Rede. Feito isso, encontre a placa Ethernet compatível com "NE2000" (que foi habilitado a pouco) e configure sua rede conforme a disposição da internet local (caso haja IP fixo, DNS, Gateway... isso varia de local pra local, precisa conhecer a sua).

Após tudo configurado, seu Emulador já deve estar compatível com a Internet. Testar é simples, pode abrir o Internet Explorer ou algum outro navegador que prefira usar. Não é uma dica de um especialista no assunto, mas é bastante útil para leigos como eu. Boa sorte.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

[Geral] - O Incrível Caso de Tunguska



No dia 30 de Junho de 1908, por volta das 7:15h ocorreu uma violenta explosão em Vanavara, próxima ao distrito de Jenissei, na Sibéria, entre os rios Tunguska e Lena. Esta explosão foi sentida a 900 quilômetros de distância, onde um maquinista freou o trem imaginando que a caldeira do mesmo tivesse explodido. Naquele momento podia-se ver dois sóis brilhando intensamente. O céu brilhou de uma forma estranha e fantasmagórica. Um calor sufocante, parecia que as pessoas estavam sendo consumidas em chamas.(efeito micro-ondas?) As casas da região simplesmente se volatilizaram, os rios secaram, as fazendas, o gado, homens, tudo sendo arrastado. Depois uma paisagem de pós guerra , só destruição.

Após terrível furacão as florestas foram varridas, árvores derrubadas e algumas carcaças de gado jaziam entre os restos de vegetação arrancados do solo. Não havia sinal de vida.

O Expresso Tran-siberiano que passa 750 Km de distância, foi rapidamente atingido pelo deslocamento do ar , teve janelas estilhaçadas, cortinas atiradas longe, o trem inteiro foi atingido descarrilando.

O abalo sísmico foi sentido propagando-se até as fronteiras da Sibéria e da Rússia, sendo registrado pelos sismógrafos dos observatórios ingleses a mais de 8000 km. A onda de choque circulou a terra duas vezes.

O observatório astronômico da Sibéria a poucos quilômetros de Irkutsk próximo da Mongólia registrou forte alteração de campo magnético. A explosão foi seguida por um forte sismo e com a manifestação de fenômenos atmosféricos, a formação de estranhas nuvens intensas e anormais, auroras boreais e curiosos halos solares que duraram semanas.

No dia 4 de Julho daquele ano o Times publicou a notícia de que estranha claridade das noites, podia-se ler perfeitamente, sem auxílio de luz artificial. Isto ocorreu em Paris, Moscou e Berlim.

Em Londres chegou-se a imaginar que parte da cidade estava em chamas, tal era a claridade.

Ben-Menahem (1975) fez uma análise detalhada destes registros sísmicos e derivou uma energia explosiva de 12.5 Mton. Outras análises sugeriram um valor de energia na gama 10-20 Mton. Ben-Menahem também concluiu que os dados na fonte de energia são consistentes com uma explosão a uma altura de cerca de 8.5 km.

A explosão aconteceu a 0h 14' 28'' o UT e devastou aproximadamente 2.150 quilômetros quadrados de taiga siberiana, e derrubando mais de 60 milhões de árvores. O epicentro da explosão foi localizado a 60º 53' 09'' N e 101º 53' 40'' E, se aproxima do rio Tunguska. Durante os últimos 103 anos este evento catastrófico inspirou uma grande quantidade de investigações científicas. Apesar de muitos achados interessantes, há ainda perguntas abertas significativas e inconsistências entre as teorias e os dados disponíveis.

Um meteoro? Estranha-se que em Tunguska não se encontrou vestígios de cratera, como na lua, e no Arizona. Seria então um cometa? No final de 1976 o cientista russo Vladimir Stulov e Georgi Petrov, defenderam esta tese. Outras teorias interessantes foram defendidas como as do buraco negro ou mesmo uma partícula de anti-matéria.

No dia 20 de julho - 1 de agosto de 1991, a primeira expedição italiana, composto por M. Galli, G. Longo, S. Cecchini e R. Serra, entrou em Sibéria. Os investigadores italianos acharam várias partículas microscópicas em árvores que são sobras do Corpo Cósmico de Tunguska (TCB). Depois de uma análise de esquadrinhar com microscópio de elétron (SEM), eles acharam alguns elementos químicos que fortalecem a hipótese da origem de asteróide do TCB.

Entre os dias 14/30 de julho de 1999, uma segunda expedição italiana deslocou-se para Sibéria com intuito de achar dados científicos que permitissem dar uma certeza razoável sobre este evento.

O Programa Terceiro Milênio, de Jaime Maussan, apresentou uma entrevista com uma testemunha que presenciou o fato. Trata-se de Svetlana Polonov, que na época, era uma menina de oito anos. Ela morava próximo a uma ferrovia e viu algo inusitado, talvez esta seja a testemunha mais importante de Tunguska.

Ela recorda o que ocorreu naquela tenebrosa manhã:

-Estava com meu pai, jamais duvidarei que vi algo parecido com uma chaminé arredondada, estava de lado, com uma enorme bola de fogo, (possível defeito?) e recordo que no princípio descia, mas subiu um pouco por um momento, estou completamente segura que havia mudado de direção. Dirigiu-se para traz de um morro e em seguida explodiu.( Pode-se notar pelas palavras de Svetlana Polonov , que ela descreve uma possível nave tipo charuto (nave mãe) Consta que após a explosão diversos objetos (OVNIS) foram avistados, como que procurando pela nave que explodira. Na minha opinião este depoimento é importante, jogando por terra quaisquer outras teorias como as de cometas, asteróides, etc. Asteróides não mudam de rota no sentido ascendente. O material que eu coletei de diversas fontes, o de Svetlana parece ser o mais sério, não acreditando que esta camponesa pudesse passar por uma refinada mentirosa, visto não possuir conhecimentos sobre ufologia ou ciência.

Outro fato extremamente surpreendente indica que as evidências foram copiadas por cientistas russos que efetuaram a primeira investigação no local do incidente foram confiscadas de imediato e sem explicação alguma por oficiais do Ministério de Segurança do Estado, conhecido depois como KGB. O assunto recebeu uma alta classificação de inteligência do governo russo. Surge a possibilidade que o mesmo tenha efetuado uma severa operação de acobertamento dos acontecimentos. Recentes declarações efetuadas por um oficial do Serviço Secreto Russo da KGB indicam que os restos do objeto que caiu em Tunguska foram confiscados por ordem de Stalin e depositados secretamente em uma base militar na Sibéria Central.

Há anos o coronel Anatole Kustnemenov assumia a divisão Siberiana da KGB, fez declarações públicas surpreendentes que em Tunguska acidentou-se um veículo de origem extraterrestre, e que o governo de Moscou encobriu os fatos. Parece que as conclusões de militares e cientistas russos que estudaram as evidências copiadas em Tunguska determinaram oficialmente desde há décadas que a tremenda explosão de 1908 foi provocada por um veículo voador de origem extraterrestre, que perdeu o controle antes de se fragmentar em mil pedaços. A história foi de imediato encoberta, tal como em anos depois ocorreria em Roswell.

EXPEDIÇÃO DE KULIK

Depois de planejá-la durante vários anos, Kulik partiu em 1927 numa expedição destinada a alcançar o local da queda. Da cidade ferroviária de Taichet, Kulik e sua equipe percorreram 600 quilômetros de taiga, uma planície gelada, por meio de trenós puxados por cavalos, até atingir Vanavara. Nessa cidade, ouviram as incríveis histórias dos seus habitantes, que confirmaram a crença de Kulik de que estavam na trilha de um meteorito de uma dimensão realmente gigantesca. é importante salientar que os habitantes da região não falavam o russo, e os russos não falavam tungus. Era necessário se utilizar intérpretes.Uma súbita nevasca impediu o avanço da caravana por uma semana. A 8 de abril, Kulik, um colega e um guia local seguiram a cavalo para a última etapa da viagem. Marcharam para o norte, atravessando um cenário de devastação impressionante: carvalhos e pinheiros atirados ao solo, de onde haviam sido arrancados com as raízes dezenove anos antes, pela força do impacto.

Muitas árvores haviam sido chamuscadas ou mesmo queimadas pelo calor intenso que fora sentido em Vanavara pelo fazendeiro Semiónov. Observando de uma colina a área da explosão, Kulik escreveu: "De nosso ponto de observação, não se vê sinal da floresta, pois tudo foi devastado e queimado, e, em torno dessa área morta, a jovem floresta de vinte anos cresceu furiosamente, procurando o sol e a vida. é inquietante ver árvores de 30 centímetros de diâmetro partidas como gravetos, com os troncos atirados vários metros em direção ao sul". Não havia sinal da grande cratera que ele esperara encontrar. Em lugar disso, deparou-se com um pântano gelado, e algumas árvores que, apesar de estarem no centro da explosão, haviam escapado ao efeito do impacto que derrubara tudo ao redor. O que quer que houvesse causado aquela explosão não havia tocado o solo. Mesmo voltando à região com expedições maiores nos anos seguintes, Kulik jamais encontrou um só fragmento de ferro meteórico. Mas, então, se a explosão de Tunguska não fora causada pelo impacto de um meteorito de ferro, qual seria sua causa? Em 1930, o meteorologista inglês Francis J. W. Whipple, diretor assistente do Departamento de Meteorologia da Inglaterra, supôs que o evento tivesse sido causado pela colisão da Terra com um pequeno cometa, sugestão que foi aceita pelo astrônomo soviético A.S. Astapovitch. Mas os críticos dessa teoria objetam que nenhum cometa havia sido visto nos céus antes da explosão em Tunguska. A região de Tunguska * formada por pântanos gelados e espessas florestas e de difícil acesso.

Kulik teve problemas nesta expedição, pois todos os homens que levou o abandonaram depois de alguns meses, e voltaram para Vanavara, doentes e esgotados.

Apenas um corajoso guia permaneceu ao lado de Kulik. No ano de 1927 com a saúde abalada, teve que retornar frustrado para Vanavara com a certeza de ter encontrado os elementos para complementar seus estudos.

Em 1928 Kulik volta com nova equipe. Examinando o local, onde pode examinar troncos tombados, convenceu-se que ali teria caído um bólido que provocara a explosão.Procurou na terra fragmentos para análise.

Estranhou, por nada ter encontrado. Mesmo assim manteve a sua teoria. (Teimoso esse sujeito)

Se o objeto de Tunguska fosse um asteróide ou meteoróide, feito portanto de ferro e rocha, ou os fragmentos existem e não foram encontrados pelas seguidas expedições científicas soviéticas ou então, o objeto que veio pulverizou-se completamente na explosão.

A EXPERIÊNCIA DE TESLA

Os escritos de Tesla têm muitas referências ao uso da tecnologia de transmissão de poder sem fios dele como uma arma de energia dirigida. Estas referências são examinadas na relação delas à explosão de Tunguska de 1908 que pode ter sido teste da arma de energia de Tesla.

Este artigo foi publicado primeiro em uma forma diferente em 1990. A idéia de que Tesla dirigiu arma de energia que causou a explosão de Tunguska estava incorporada em uma biografia fictícia (1994), por outro escritor, e era o assunto de um programa de televisão.

O Poder do Transmissor de Telegrafia sem fios de Tesla e a Explosão de Tunguska de 1908.

O navio francês Iena que explodiu em 1907. Peritos elétricos foram procurados pela imprensa para uma explicação. Muitos pensaram que a explosão fora causada por uma faísca elétrica e a discussão era sobre a origem da ignição. Lee De Forest, inventor da válvula de rádio adotada por muitos aparelhos de rádio, Nikola Tesla tinha realizado um experimento com um " torpedo " dirigível capaz de dirigir tal poder destrutivo a um navio por controle remoto. Tesla notou, entretanto, também reivindicou que a mesma tecnologia usada também para controlar remotamente veículos e poderia projetar uma onda elétrica de " intensidade suficiente para causar uma faísca em um navio e explodi-lo ".

Leia essa matéria A GRANDE EXPLOSÃO SIBERIANA, de Rodolfo Heltai, e outros assuntos interessantes sobre o caso Tunguska aqui, aqui e aqui.